Fenrir’s Scar citada pelas vocalistas das bandas Inraza e Lasting Maze em publicação sobre Dia das Mulheres no site O Subsolo

Fomos citados pela Stephany Nusch da banda Inraza e Grazy Mesquita da banda Lasting Maze na matéria sobre O Dia Das Mulheres do site O Subsolo.

“Pelo que eu percebo, nós nos fazemos cada vez mais presentes no cenário musical. E isso é extremamente positivo, pois abre portas para que novas produtoras, fotógrafas e musicistas apareçam. Antes de entrar pro Inraza, eu escrevia resenhas de discos de metal e até arriscava algumas matérias mais incisivas, comi artigos de opinião. Me tornei uma pessoa confiante para escrever sobre música. Mais do que se você me pedisse pra fazer isso 5 anos atrás, quando eu achava que meu conhecimento nunca seria suficiente. Dias como esse servem para nos lembrar de toda a nossa luta, tanto interna quanto externa. Temos que lembrar que sempre irão haver pessoas querendo deslegitimar a nossa presença nos espaços, mas não podemos nos apagar por conta da opinião alheia. Afinal, esse incômodo que geramos significa que as coisas estão mudando. E não é esse o nosso objetivo? Eu construí amizades muito valiosas, como a da Haney, cantora com a qual fiz uma parceria em seu último álbum, Scarlett, na música Tear the Tower Down, que fala justamente sobre questões das mulheres. Converso também constantemente com as meninas das bandas Anfear, Ofyr, Lasting Maze, Fenrir’s Scar e Flowerleaf. É muito bom e importante que nós criemos essas redes de apoios, pois são pessoas que passam por coisas parecidas comigo. E, ainda assim, ver o ponto de vista de mulheres com realidades tão diferentes nos enriquece enquanto pessoas. Eu espero que a gente consiga atingir um cenário de equidade, onde ser mulher em uma banda não seja algo fora do comum. E não apenas isso: temos fotógrafas, videomakers, retadoras e entre outras profissões cuja representatividade feminina floresce cada dia mais.  Acredito que juntas nós todas estamos contribuindo para um futuro melhor.” (Stephany Nusch – InRaza)

“O dia internacional da mulher possui uma grande representatividade, pois é o momento em que temos a chance de estar em foco e sermos ouvidas. Assim podemos expor nossa opinião sem medo, mostrando quanto o caminho percorrido pela luta feminista foi tortuoso até chegarmos aqui. Até hoje lutamos por igualdade, algo mínimo para qualquer gênero, algo que não deveria ser visto como privilégio, e sim como direito. Muitas coisas ainda precisam ser melhoradas, mas ao vermos cada vez mais mulheres ocupando cargos importantes e realizando seus sonhos, independentes de quais sejam, isso acaba nos inspirando a continuarmos batalhando pela melhoria das condições de trabalho e como somos vistas pela sociedade a qual estamos inseridas. A ascensão das mulheres na música é motivo de orgulho e incentivamos que cada vez mais elas subam aos palcos. Conseguem ver maior liberdade de expressão do que na música e na arte? Poder expor seus ideais e objetivos em uma canção é tão libertador, que acaba nos encorajando, inspirando umas às outras a seguirem lutando, porque unidas somos mais fortes. Muitas mulheres perderam o medo, pois já o enfrentaram diversas vezes e continuam enfrentando com garra. Independentemente de estar em cima do palco ou nos bastidores, a força da mulher é presente, desde expondo sua voz no microfone ou tocando um instrumento até ajudando o seu parceiro ou parceira a carregar os equipamentos de som da banda, fotografando, escrevendo, compondo. Alguns podem não perceber, mas elas sempre estão lá, ocupando as mais diversas funções e dando seu melhor. Posso citar projetos incríveis no cenário nacional que estão crescendo bastante, estes comandados por mulheres que mostram toda a sua força e qualidade: como a banda INRAZA comandada pela Stephany Nusch, a Haney comandada pela Nina Furtado, a ANFEAR pela Andressa Lé, a FENRIR’S SCAR pela Deze Rezende, FLOWERLEAF pela Vivs Takahashi, SACRIFICED (Kell Reis). Cada uma delas apresenta um cotidiano distinto, trabalham em diferentes áreas e possuem uma visão de mundo diferenciada. Mas o que todas nós temos em comum? A luta por reconhecimento em meio a um cenário que nos subjuga (dominado por homens) e a busca por entregar um trabalho de qualidade com os recursos que temos disponíveis.” (Grazy Mesquita – Lasting Maze)”

Confira a matéria completa em:
http://www.osubsolo.com/2019/03/especial-dia-internacional-da-mulher.html

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