FENRIR’S SCAR
Fundação Jürgensen – Campinas/SP
7 de outubro de 2017
Por Pedro Sampietri / Fotos: Cristina Mochetti

O palco do teatro da Fundação Jürgensen, em Campinas, ficou pequeno para a Fenrir’s Scar, mais nova banda brasileira de metal. Não só pelo fato de contar com sete integrantes, mas principalmente por ter apresentado um show de gente grande. Pontualmente às 20h, subiram ao palco Desireé Rezende (vocais), André Baida (vocais), Vinicius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Graziely Maria (teclados e sintetizadores) e Ildécio Santos (bateria) para apresentar ao público o seu primeiro álbum também chamado Fenrir’s Scar.

Antes de presentear a audiência com seus dez petardos autorais na exata sequencia do disco, André pediu desculpas por ter que “gritar” – entretanto, o que se apresentou foi um excelente contraste entre sua voz gutural e as melodias cantadas brilhantemente por Desireé. Fearless Heart, música que deu início ao show, é um tema em que André lança mão de uma voz também melodiosa, fazendo com que esse contraste fosse extremamente agradável e responsável por cativar a plateia logo de início.

Beneath the Skin, primeiro single da banda, conseguiu manter o público atento,e alguns até mesmo arriscaram cantar o refrão de fácil assimilação. Aqui, André começou a “gritaria” à qual tinha se desculpado antes, mas o fez de maneira tão bem executada que de forma alguma se tornou algo desagradável. O show seguiu com Stolen Innocence, que demonstrou ser uma excelente música para ser apresentada ao vivo. A alternância entre as duas vozes de André (gutural e melódica) conseguiu transmitir todo o sentimento presente na letra escrita por Desireé. Aqui também se destacaram as guitarras de Vinicius e Paulo e o piano de Graziely, mostrando o potencial da banda. Asleep serviu para o público respirar e curtir uma bela balada com outro interessante dueto entre André e Desireé. A seguir, as mulheres da banda pediram passagem para apresentar a belíssima Keep You Close to My Heart, dueto voz e piano que, além de servir como descanso para o resto dos músicos, também mostrou a categoria de Graziely em um piano de cauda e evidenciar ainda mais as belas melodias que Desireé consegue entregar.

From Porcelain to Ivory, apresentou mais um belo dueto vocal, fazendo com que o refrão, já grudento em sua essência, ficasse ainda mais marcado na cabeça dos expectadores que, com certeza, saíram cantarolando a melodia na volta para casa. Aqui também vale destacar a interação do baixista Gabriel com a banda e com o público. Apesar do pouco espaço físico do palco, ele se desdobrou para entregar uma performance contagiante e segura. Caliban – inspirada na versão de “Penny Dreadful” do monstro de Frankenstein –, a mais pesada da noite, conseguiu empolgar a plateia e destacar a sincronia da bateria certeira de Ildécio com o baixo extremamente competente de Gabriel. Com sua levada mais hard rock e refrão forte cantado por Desireé, o público, que até aqui ainda estava conhecendo e entendendo a nova banda, finalmente se deixou levar pelas notas do septeto até o final da apresentação, passando por Dark Eyes, que destacou ainda mais toda a energia e competência que o guitarrista Paulo demonstrou durante a apresentação, e Downfall, na qual Vinicius desfilou riffs para todos os gostos.

A cartada final veio com Fenrir’s Last Howl, outro dueto de voz e piano, só que desta vez a cargo de André e contando com a participação especial no piano de Fabiano Negri (produtor do disco e do show). Apesar do visível cansaço, André conseguiu entregar uma nova e elegante versão, mais ‘soft’, da canção que ele já havia lançado com seu projeto anterior, o CounterParts.

Ainda houve tempo para apresentarem alguns covers de bandas que os influenciaram e presentear ainda mais a plateia com excelentes performances de Bring Me to Life (Evanescence), Coma White (Marilyn Manson), Intoxicated (Lacuna Coil), Spellbound (Lacuna Coil), Zombie (Cranberries), Wish I Had an Angel (Nightwish), Shudder Before the Beautiful (Nightwish) e What Have You Done (Within Temptation).

No final da noite, a Fenrir’s Scar saiu de cena com a certeza de ter sido responsável por um belíssimo show, cheio de energia e com entusiasmo na medida certa para uma banda que agora precisa conquistar seu espaço. Carisma, qualidade técnica, excelentes músicos e belas canções não faltam. É um ‘must see’ para quem gosta de boa música e gente nova na cena musical.

Originalmente postado no site da Roadie Crew:
https://roadiecrew.com/site-antigo/mtOnlineDetalhe4faa.html?id=754

Com um show dia 07 de outubro na “Fundação Jurgensen” em Campinas-SP às 19hs, a banda campineira de Metal Alternativo lançará seu álbum de estreia.

O álbum foi gravado no estúdio Minster, em Campinas/SP, e conta com a produção do vocalista e multi-instrumentista Fabiano Negri, e mixagem e masterização de Ricardo Palma.
A banda Fenrir’s Scar, que está em atividade há dois anos, e tem forte influência de bandas como Within Temptation, Lacuna Coil, Moonspell e Amaranthe. Os dois singles lançados até agora tiveram ótima avaliação da crítica e dos fãs do estilo.

A seguir, você tem mais detalhes do álbum, e pode ouvir os dois singles lançados até o momento. É #Rock… Show de Som!!

Detalhes do álbum:

Track listing:

01 – Fearless Heart
02 – Beneath The Skin
03 – Stolen Innocence
04 – Asleep
05 – Keep You Close To My Heart
06 – From Porcelain To Ivory
07 – Caliban
08 – Dark Eyes
09 – Downfall
10 – Fenrir_s Last Howl

FENRIR’S SCAR – A FERA ESTÁ SOLTA
(Por Antonio Carlos Monteiro, jornalista, músico e crítico musical.)

Antes de mais nada, vamos situar: Fenrir é um lobo-monstro que, de acordo com a mitologia nórdica, foi acorrentado pelos deuses, conseguiu se livrar e devorou Odin. Só isso. Assim, não é difícil concluir que uma banda que se chama Fenrir’s Scar não esteja fazendo um som tranquilo e sem emoção.
Sim, o nome está correto. É só ouvir o disco de estreia do septeto para concluir que tem uma fera ali. As referências citadas pela banda – Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell etc. – são só isso mesmo: referências. Porque Desireé Resende (vocais), André Baida (vocais), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Graziely Maria (teclados) e Ildécio Santos (bateria) conseguiram imprimir identidade própria a cada uma das dez faixas de “Fenrir’s Scar”, o disco, o que faz da sua audição uma experiência única.

O fato de haver dois vocais, um masculino e outro feminino, logo leva a concluir que a banda aposta no esquema “a bela e a fera”. Negativo. Tudo bem, André Baida lança mão dos vocais guturais, mas a voz de Desireé nada tem de operística. Trata-se se uma voz feminina cantando – muito bem, a propósito – rock pesado. Ou seja, são dois cantores de verdade dividindo o microfone. Na dúvida, confira os temas que cada um canta sozinho, “Keep You Close to My Heart” (Desireé) e “Fenri’s Last Howl” (André).
Também se destacam o teclado de Graziely Maria, que não se limita a fazer “camas” para os demais instrumentos, mas é parte fundamental no som do Fenrir’s Scar, e as guitarras de Vinícius Prado e Paulo “Khronny” Victor, que destilam riffs, bases e solos de muito bom gosto.

As composições, todas assinadas por André Baida (uma delas, a já citada “Fenrir’s Last Howl”, em parceria com Rafael Borges), são o ponto alto do trabalho. Criativas, variadas e cativantes, fazem que a experiência de ouvir o disco algo agradável e sempre instigante, já que somos surpreendidos a cada novo tema.

Já as letras, em sua quase totalidade a cargo da vocalista (a exceção é a mesma “Fenrir’s Last Howl”), provam que existe, sim, quem tenha o que dizer no rock pesado nacional.
Faixas como “Beneath the Skin”, com um belo dueto entre André e Desireé, “Caliban”, com um pé no hard rock, “Dark Eyes”, que cria um interessante contraponto entre o peso da cozinha e a suavidade do teclado, e “Downfall”, movida por um riff pesado e grudento, estão entre as mais inspiradas do trabalho – mas “Fenrir’s Scar” é uma obra para se apreciar em sua integridade.

Gravado no estúdio Minster, na cidade de Campinas, o álbum conta com a produção certeira de Fabiano Negri, que deixou tudo claro, nítido, pesado e com aquela sempre bem-vinda dose de sujeira que os subgêneros mais pesados do metal exigem para funcionar bem. Mixagem e masterização ficaram a cargo de Ricardo Palma.

Talvez não exista clichê maior do que recomendar que um disco de rock seja tocado no volume máximo. Mas, neste caso, não deixa de se uma boa ideia. Afinal, a fera está solta. E ela vai rugir no seu ouvido. Esteja preparado, portanto.

Ouça os singles já lançados:

Fenrir’s Scar – Beneath The Skin

Fenrir’s Scar – Fearless Heart

Show de Lançamento

Matéria publicada originalmente no site Canal do Rock:
https://canaldorock.com.br/fenrirs-scar-a-banda-campineira-lanca-seu-album-de-estreia/

“Fearless Heart” é o nome do segundo single liberado pela banda campineira de alternative metal Fenrir’s Scar. A faixa vai estar no autointitulado disco de estreia do grupo.

O disco sai em formato físico e digital no dia 7 de outubro, com show na Fundação Jurgensen em Campinas, SP. O disco Fenrir’s Scar tem produção de Fabiano Negri e coprodução de Ric Palma.

Matéria escrita por Nara Leão Almeida da Assessoria NLA e enviada para os sites:


Whiplash:
https://whiplash.net/materias/news_775/270621-fenrirsscar.html

Roadie Crew:
https://roadiecrew.com/site-antigo/news87ba.html?id=23648

Combate Rock:
https://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/10/06/notas-roqueiras-judge-sinera/

O grupo campineiro de alternative metal Fenrir’s Scar está em fase final de produção de seu primeiro álbum, que levará o nome da banda.

Formado por Desireé Rezende (voz), André Baida (voz), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Ildécio Santos (bateria) e Graziely Maria (teclado), o Fenrir’s Scars investe em composições pesadas e modernas, mas melodicamente acessíveis.

Entre suas principais influências estão Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell, Amaranthe, Motionless In White e New Years Day.

O álbum está sendo gravado no estúdio Minster, em Campinas/SP, e conta com produção de Fabiano Negri (Rei Lagarto, Dusty Old Fingers) e coprodução de Ric Palma.

Segundo Baida, principal compositor do septeto, “a sensação de gravar um disco é maravilhosa. Ver tudo aquilo que você apenas imaginava se tornar realidade é fantástico!” O vocalista completa: “Para mim, graças à internet é a chance de mostrar minha música para o mundo e, caso alguém se conecte emocionalmente com ela, já posso me considerar realizado!”

Com dois anos de existência, o Fenrir’s Scar já lançou dois singles que foram muito bem aceitos pelos fãs do estilo.

O lançamento de Fenrir’s Scar está previsto para a primeira quinzena de outubro.

Para saber mais sobre a banda visite:


https://www.reverbnation.com/fenrirsscar
https://www.facebook.com/fenriscar
https://www.youtube.com/user/FenrirsScar/videos
https://twitter.com/fenrirsscar
https://www.instagram.com/fenrirsscar/

 Contato: fenrirsscar@gmail.com

Matéria escrita por Nara Leão Almeida da NLA Assessoria e publicada nos sites:
Roadia Crew:
http://roadiecrew.net/news.php?id=22976


Rock on Stage Magazine: http://www.rockonstage.org/stagenews/2017/201707_stagenews.htm

Metal Samsara:
https://metalsamsara.blogspot.com/2017/07/fenrirs-scar-preparando-o-lancamento-do.html

Fenrir’s Scar é uma banda de Gothic/Modern Metal de Campinas/SP, formada em 2015, após ser idealizada por André Baida (vocais) e Desireé Rezende (vocais). A banda tem influência de várias vertentes do Metal, como Symphonic, Melodic, Doom e Gothic.

Atualmente a Fenrir’s Scar está trabalhando em suas canções e irá lançá-las em 2016 em formato digital a cada dois meses, durante todo o ano. A primeira música, “Downfall”, foi lançada em dezembro de 2015, e a segunda, “Dark Eyes”, foi lançada em fevereiro de 2016. Ambas as músicas foram mixadas, masterizadas e produzidas por Fabiano Negri no estúdio Cultura Pop em Campinas/SP.

Em março de 2016, a banda dará início à gravação do seu terceiro single, “Caliban”.

Formação:
Desireé Rezende (vocais);
André Baida (vocais);
Vinicius Prado (guitarra);
Khronny (guitarra);
Gabriel Rezende (baixo);
Ildécio Santos (bateria);
Graziely Maria (teclado).

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Originalmente publicado por Roadie Metal:
http://roadie-metal.com/fenrirs-scar-confirmados-na-coletanea-roadie-metal-vol-7/